Mês: setembro 2011

Quinta 29.09 as 17:30 GEA

Está quinta o grupo esta de volta com as reuniões de quinta no anf 600 a partir das 17:30hs.

O texto é A autogestão da sociedade prepara-se na autogestão das lutas

A autogestão da sociedade prepara-se na autogestão das lutas

 

 

Mais informações

O que seria autogestão? Como se organizar de forma horizontal, sem líderes? Já ocorreu autogestão alguma vez na história? Estes e mais temas animam as discussões do Grupo de Estudos Sobre Autogestão.

O GEA, Grupo de Estudos de Autogestão, se reúne desde o primeiro semestre do ano de 2009 e é aberto à comunidade. Buscamos por meio de nosso grupo aglutinar todos aqueles que se interessam no tema, tanto para fazer deste um espaço de auto-formação, por meio de uma gestão direta dos participantes. Assim convidamos todos tanto para o estudo autodidata como para colaborar com a auto-organização dos estudos.

Os textos estão na pasta “Grupo de Estudos sobre Autogestão” (GEA) na Fotocopiadora da Reitoria.

Retorno GEAs

Está quinta o grupo esta de volta com as reuniões de quinta no anf 900 a partir das 12hs.

O texto é A autogestão da sociedade prepara-se na autogestão das lutas

A autogestão da sociedade prepara-se na autogestão das lutas

Obs.: especialmente está semana não teremos o horário das 17:30 porque haverá reunião de formação do CAHIS, motivo muito justo!

 

Mais informações

O que seria autogestão? Como se organizar de forma horizontal, sem líderes? Já ocorreu autogestão alguma vez na história? Estes e mais temas animam as discussões do Grupo de Estudos Sobre Autogestão.

O GEA, Grupo de Estudos de Autogestão, se reúne desde o primeiro semestre do ano de 2009 e é aberto à comunidade. Buscamos por meio de nosso grupo aglutinar todos aqueles que se interessam no tema, tanto para fazer deste um espaço de auto-formação, por meio de uma gestão direta dos participantes. Assim convidamos todos tanto para o estudo autodidata como para colaborar com a auto-organização dos estudos.

Os textos estão na pasta “Grupo de Estudos sobre Autogestão” (GEA) na Fotocopiadora da Reitoria. Os encontros são no Anf 900(as 12hs) no prédio D. Pedro I da Reitoria, e nas escadarias (17:30) .

Agora em dois horários as 12 hs as quintas e as 17:30 também.

Informe sobre a situação do curso de Ciências Sociais da UNISINOS

Informe sobre a situação do curso de Ciências Sociais da UNISINOS

 

Foi realizada hoje, dia 06 de setembro, uma reunião entre o Coordenador da graduação do Curso de Ciências Sociais, José Luiz Bica de Mello e alguns estudantes da Ciências Sociais, (parte da coordenação do DA e estudantes do curso) para tratar a respeito da situação do curso na Unisinos, tendo como pauta o Informe da coordenação sobre o andamento da reformulação do bacharelado e licenciatura das ciências sociais. A situação é a seguinte: já é o 3º vestibular em que a Universidade cancela o ingresso para o curso de ciências sociais da Unisinos (que oferece somente licenciatura, sendo o currículo do bacharelado de 1994 e portanto desatualizado, não sendo ofertado de fato), alegando que há baixa procura, não sendo suficiente o número de inscritos. Na reunião de hoje, ao se rememorar outras reuniões (de Colegiado do curso e dos estudantes com a coordenação) que discutiram a respeito dessa situação de não abertura, se relembrou que a condição que a Universidade oferece para voltar a abrir o vestibular para o curso é a de que haja uma reformulação tanto do currículo do bacharelado quanto o da licenciatura, e que estes sejam de certa forma inovadores, atrativos, correspondendo, assim, as expectativas financeiras da Universidade, que não manterá um curso que na sua visão é defasado. As propostas iniciais da Unisinos foram na direção de um curso totalmente EAD, ou então enxuto, ao ter suas cadeiras compartilhadas com a Filosofia, outro curso numa situação complicada e que teve vestibular cancelado. Nas discussões que se desenrolaram, a proposta EAD foi rechaçada, o compartilhamento entre os dois cursos a se estudar, e a reformulação dos currículos aceita. Na reunião de hoje, portanto, ficou mais claro ainda o argumento da Universidade, que segundo o próprio coordenador do nosso curso, é de contenção de gastos, pois mais recentemente, novamente se fez a proposta de compartilhar ao máximo as disciplinas ofertadas entre filosofia e ciências sociais. A intenção ao que parece é diminuir ao máximo os gastos com estes dois cursos, enxugando-os no que for possível. A proposta da coordenação foi a de fazer a reformulação, portanto, mas solicitando também para o bacharelado o desconto de 50%. O coordenador nos apresentou, então, as propostas formuladas por parte dos professores para a reformulação, principalmente do currículo de bacharelado. Em termos gerais, seria além das cadeiras específicas do curso que já constam no currículo da licenciatura, e excluindo as pedagógicas, acrescentar duas ênfases situadas na questão “ambiente e sociedade” e “antropologia urbana”, aproveitando o aporte que uma das linhas de pesquisa do PPG do curso poderia fornecer (com estudos na questão ambiental, em que o próprio Bica é pesquisador) e um Laboratório que está sendo construído para trabalhar com antropologia visual, tendo uma série de recursos e equipamentos áudio visuais para pesquisa e produções nessa área. Seriam também agregadas cadeiras optativas e feito algumas alterações em disciplinas específicas. Um estágio profissional completaria o quadro curricular. Enfim, em termos bem gerais seria estas as alterações do currículo do bacharelado, condição para que a Universidade permita a abertura do vestibular, num posicionamento nada dialógico e demonstrando que seu horizonte é de fato voltado ao mercado. Dia 19 de setembro é o dia em que a proposta curricular do bacharelado e da licenciatura será enviada a Câmara de Graduação para sua aprovação. Nesta sexta feira, dia 09, o Coordenador nos enviará por escrito a proposta completa e poderemos, enquanto estudantes, propor modificações, acréscimos, etc. No entanto, devido a arbitrariedade da Unisinos, que de cima para baixo impõe condições, não há tempo para discussão aprofundada, seja por parte dos estudantes, seja por parte da Coordenação, seja entre Estudantes e Coordenação, o que no final das contas possibilitará somente a satisfação das vontades mercadológicas da Universidade. A partir desse relato, queremos situar nossa situação para os cursos de ciências sociais de outras Universidade e solicitar propostas tanto quanto à reformulação dos currículos (temas, ênfases, etc) quanto a possíveis intervenções para pressão da Unidade de Graduação e a Reitoria da Universidade.

 

Na espera de contribuições, um abraço a todos os estudantes de Sociais que estão na luta pelo reestruturação do Movimento de Área das Ciências Sociais.

Somamos nossos esforços nesta construção!

 

Diretório Acadêmico de Ciências Sociais Florestan Fernandes

Gestão Porta Aberta – 2011/2012

Nota Pública do Movimento de Ocupação da Reitoria por Dayane Baronia, estudante de Enfermagem da UnB.

Nota Pública do Movimento de Ocupação da Reitoria
por Dayane Baronia, estudante de Enfermagem da UnB.

Terça, 13 de setembro de 2011 às 19:14.

Faculdade Ceilândia FCE – Universidade de Brasília
Os estudantes, com o apoio dos docentes da faculdade de Ceilândia/ UnB, vem por meio desta esclarecer as circunstâncias que levaram à ocupação da reitoria da Universidade de Brasília no dia 13/09/2011.
No ano de 2008, os alunos ingressaram na Faculdade de Ceilândia em cinco cursos, com a promessa de que o prédio definitivo seria inaugurado em 2009. Desde então foram realizadas sucessivas promessas. No corrente ano de 2011, chegamos ao absurdo número de 13 prazos de entrega, com o prédio UED – Unidade de Ensino e Docência- , entregue pela metade para utilização, e um segundo prédio, o UAC – Unidade Acadêmica -, repleto de falhas estruturais e sem previsão de finalização e/ou concerto. O terceiro prédio, MESP – Modulo Esportivo – , está com um atraso de pelo menos três meses, sendo a sua entrega prevista para dia 21 de setembro deste ano.
A FCE possui hoje dez salas no Centro de Ensino Médio 04 da Ceilândia, duas salas emprestadas pela Escola Técnica de Ceilândia que, serão perdidas em março de 2012, 6 laboratórios em estado de improviso, e um total de 1.500 estudantes divididos em sete semestres. A infraestrutura não suporta essa quantidade de alunos, prejudicando a qualidade de ensino e atrasando o fluxo do currículo. Falta segurança no campus provisório, falta assistência estudantil relacionado à moradia e alimentação, falta espaço para até estudar fora de sala de aula além do de convivência.
Os docentes da FCE se sentem prejudicados em suas aulas e compartilham com o sentimento de improviso que convivemos desde o inicio.
Como consequência da expansão sem planejamento e qualidade da Universidade de Brasília, estamos hoje ocupando a reitoria de forma pacífica, cumprindo a nossa promessa de retorno feita no dia 15/06/2011, durante a nossa mobilização, pois não foram cumpridos os acordos realizados. Estamos aqui para lutar pelo direito de ser universitário da UnB, pelo direito de qualidade de ensino, pelo direito de nos formarmos na universidade com que sonhamos. E só nos retiramos quando formos atendidos em nossas reinvindicações de forma Legal e Jurídica, com uma reunião na reitoria com o Reitor da Universidade José Geraldo Júnior, com Secretário de Obras do GDF Otto Guimarães, com Governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz, e com Ministério Público.
Sobre o incidente ocorrido no início do ato, declaramos que foi um acidente devido ao excesso de pessoas em um local pequeno e à grande quantidade de seguranças como forma de repressão, impedindo a passagem dos estudantes.
É engraçado como nosso país funciona. Se não quer saber de nada, é um delinquente, sem prespectivas de futuro. Quando a luta é justamente para a garantia de um futuro melhor, com profissionais bem qualificados, há resistência em receber alunos que reivindicam o que é DIREITO deles. DIREITO conquistado com muito suor e luta. E pra ter um grande final, vem a MANIPULADORA DE MASSAS, REDE GLOBO, com sua hipocrisia dando a noticia de que os alunos é que causam a confusão toda.

Atualização sobre ocupação da Reitoria da UFF

Estudantes ocupam reitoria da UFF

Quarta-feira 24/08/11 às 16h15min, estudantes ativistas independentes ou vinculados a movimentos diversos, tais como o Movimento Ação Direta (MAD) ocuparam pacificamente o sétimo andar da reitoria da Universidade Federal Fluminense – UFF – na Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói, RJ, Brasil. O objetivo era abrir um diálogo com toda a comunidade acadêmica e com o povo de Niterói em geral, sobre a imposição de diversos projetos arquitetônicos, entre eles os chamados “Via Orla” e “Via 100”.
Esses projetos foram impostos e estão sendo feitos duma maneira que deixa fora das decisões a maioria das pessoas afetadas (até o pessoal pobre vizinho ao Campus do Gragoatá). Tem toda uma comunidade que seria removida por causa das obras planejadas pelos políticos pra região. A ocupação da reitoria também servia para mostrar rejeição dos alunos à destruição do Laboratório Aroeira, espaço produtor de conhecimento sustentável, esfacelado pelo reitor em mais uma atitude autoritária.
Em vez de negociar com os alunos ocupantes da reitoria, o reitor mandou a repressão da Polícia Federal (sempre serviçal dos políticos e outros ricaços), que chegou com um mandado de reintegração de posse e todo um aparato armado que não costumam apresentar para enfrentar bandidos de verdade, mas estão sempre dispostos a usar contra o povo). Tropas de choque e PM ficaram à porta da reitoria (pois teoricamente a lei os impede de entrar porque a UFF é federal).
Não deu pros estudantes bancarem um enfrentamento pela óbvia correlação de forças que lhes era nitidamente desfavorável. Desceram do sétimo andar e de lá se uniram aos companheiros acampados nos arredores do campus. Entretanto, nem ali puderam ficar, e acabaram sendo expulsos até do pátio.
Mas na quarta-feira seguinte (31/08/11) os alunos retornaram com mais força ao prédio e o ocuparam novamente. Desta vez são cerca de 500 pessoas (segundo informa “Jornal do Brasil” – publicação digital). Elas elaboraram uma pauta com as reivindicações seguintes: gratuidade integral dos cursos pós-graduação da universidade, ampliação das moradias estudantis e do restaurante popular do campus (“bandejão”) e a interrupção do projeto da reitoria, em parceria com a prefeitura niteroiense, de construir duas vias expressas que atravessariam o Campus Gragoatá. Tal projeto, aliás, não foi discutido nem na universidade, sendo aprovado pelo reitor Roberto de Souza Salles sem um estudo do impacto ambiental da obra, dos problemas para a instituição de ensino e para o município. Ou seja, tal iniciativa da Prefeitura de Niterói, em conluio com a Reitoria, é claramente antidemocrática. Com efeito, o reitor não parece mesmo dar valor nenhum à democracia, pois, sobre a gratuidade dos cursos de pós-graduação, por exemplo, em 2010 houve um plebiscito onde 87% dos votos foram favoráveis à gratuidade integral das mensalidades, mas a reitoria não acatou o que a comunidade acadêmica decidiu.
A prática tem demonstrado que só mesmo a ação direta, radical, democrática, corajosa, organizada e persistente pode obter alguma conquista. O desafio agora é aumentar a participação do povo em geral, pois tais projetos da prefeitura vão prejudicar não só estudantes, mas a população toda, principalmente os mais pobres. E sem apoio mútuo, gente, ficará todo mundo ferrado (mais ainda).
Reproduzir este texto, postá-lo em blogs, mandar por e-mail, tudo pode ajudar. Também é válido aparecer na reitoria para dar um alô pros ativistas. Com certeza a solidariedade reverterá para nosso próprio bem.

Organização Popular

GREVE E OCUPAÇÃO: AFIRMANDO A AÇÃO DIRETA COMO INSTRUMENTO PARA CONQUISTAS!

pauta_estudantes

Acima você pode baixar uma cópia digitalizada do documento original, no qual a Reitoria  se compromete com as pautas estudantis.

Como podemos obsevar neste documento as conquistas são de grande importância para @s estudantes, e representam em grande parte pautas de Lutas históricas.

Expansão do atendimento dado no que tange a assistência estudantil, como abertura 7 dias do RU com 3 refeições, aumento no número e valor das bolsas e 3 casas estudantis, são inquestionavelmente demandas estudantis, por mais que a Reitoria tenha resistido por alguns momentos em aceitar alegando ter de buscar conhecer de fato as demandas, mesmo com @s estudantes em Luta as reivindicando estas. O que nos ajuda a desmentir a propaganda institucional da UFPR que afirma em seu site que eram todas ações previstas  (http://www.ufpr.br/adm/templates/index.php?template=3&Cod=8030).

É importante o que afirmemos neste momento a força do Movimento Estudantil, que por meio de sua auto-organização e aplicação da força desta na Ação Direta é que possibiltaram as conquistas estudantis!

Mais do que as conquistas que tivemos, que em si já validam a Greve e a Ocupação da Reitoria, tivemos o Movimento Estudantil revalorizado, e seu instrumento mais forte retomado que é a Ação Direta.

Em breve pretendemos externar uma posição mais elaborada sobre  este processo de Luta em nosso órgão “A Fagulha”, agora é voltar as bases e construir as próximas Lutas!

Organizate e Luta!

Resumo das conquistas:

“Eu faço greve, tenho vitória

Sou estudante e tô entrando pra história!”

(canto dos estudantes lutadores ao final da assembléia de hoje na UFPR)

PAUTAS CONQUISTADAS

RU aberto todo dia, com café da manhã – 60 dias,

construção de moradia estudantil em Curitiba, Palotina e Litoral,

aumento de 50% no número de bolsas,

reajuste anual em relação a inflação

aumento de 20% no valor das bolsas,

maior quantidade de livros em bibliotecas – 60 por estudante

bibliotecas abertas imediatamente das 06h30 às 23h30

biblioteca central aberta 24h a partir de dezembro

comissão paritária e deliberativa para fiscalização da bolsa permanência

programa e aquisição de auxílio para a compra de materiais
obrigatórios não disponíveis

comissão paritária para fiscalização da implementação da verba LABGRAD
(para aquisição de instrumentos)

obrigatoriedade de limitação do número de alunos por turma no projeto
político pedagógico de cada curso

aumento em 20% nos laboratórios de informática compartilhados – 30 dias