Mês: abril 2012

Balanço da paralisação de 24h

Retirado de: http://www.sinditest.org.br/portal/if%C2%B4pr/balanco-da-paralisacao-de-24h-2/

Publicado em 26/04/2012 por bernardopilotto

Publicamos aqui um informe acerca de como foi a paralisação em cada um dos campi que compõe a base do SINDITEST-PR. Este informe ainda é parcial e pode/deve ser complementado pelos técnico-administrativos, para que ele seja o mais fiel possível. Também aguardamos o envio de fotos e demais materiais.

 

Curitiba (UFPR, UTFPR e IFPR): mais de 200 técnico-administrativos se uniram a outras categorias (Professores da UFPR, IBGE, INCRA, MDA e DNPM) e também ativistas do movimento popular de luta por moradia e fizeram uma bela passeata pelo centro da cidade, que fechou a avenida Marechal Deodoro. Os serviços paralisaram parcialmente, sendo que os RUs da UFPR fecharam.

Na UFPR, aprovou-se que a paralisação dos dias 09 e 10 de maio deve contar com uma assembleia no dia 09 de maio e com uma atividade pública no dia 10. Até lá, haverá reuniões do Comando de Mobilização para organizar as atividades.

 

IFPR-Campo Largo: adesão total dos técnico-administrativos e dos docentes. A tarde, houve reunião de todos os servidores para definir um texto e a pauta local. Foi definida também a realização de uma assembléia geral com os estudantes na parte da noite para informar sobre as mobilizações e reivindicações dos docentes e técnico administrativos e incentivar os estudantes a construírem suas própria organização e pautas. Participaram estudantes dos três cursos (agroecologia, mecânica e eletrotécnica). Definiram que elegerão representantes para construírem uma pauta de reivindicações dos estudantes por melhores condições de estudo. Após a assembléia foi exibido o filme “A classe operária vai ao paraíso”.

UTFPR-Toledo: adesão quase total dos técnico-administrativos, com boa repercussão na imprensa local, como podemos ver aqui.

Unila (Foz do Iguaçu): adesão quase total dos técnico-administrativos, que realizaram reuniões e debates acerca da nossa pauta nacional. Foi a primeira vez que a Unila participou de uma paralisação nacional.

UTFPR-Medianeira: adesão quase total dos técnico-administrativos.

UTFPR-Francisco Beltrão: adesão quase total dos técnico-administrativos, que realizaram debates sobre movimento grevista com os docentes do campus e com representantes da associação dos servidores do INCRA.

UTFPR-Campo Mourão: adesão quase total dos técnico-administrativos, que aproveitaram a paralisação para debater estratégias para a paralisação de 48h dos dias 09 e 10 de maio e os itens da nossa pauta.

UTFPR-Londrina: adesão quase total dos técnico-administrativos, que criaram um grupo de trabalho para estudar as pautas da categoria. Na parte da manhã, cerca de 300 pessoas (estudantes, TAE’s e docentes) do IFPR e da UTFPR se concentraram no centro da cidade, com panfletagem para a população.

UTFPR-Apucarana: adesão parcial dos técnico-administrativos, que se reuniram pela manhã com os docentes para formulação de uma pauta local do campus, que ainda está sendo sistematizada. Na parte da tarde houve reunião dos TAE’s para debate sobre as pautas da categoria.

UTFPR-Cornélio Procópio: mesmo com pressão da Direção do Campus, que ameaçou servidores, houve adesão da maior parte dos técnico-administrativos que não tem FG (Função Gratificada). Aconteceram reuniões que debateram as pautas da categoria.

UTFPR-Dois Vizinhos: adesão parcial dos técnico-administrativos, com realização de reunião entre docentes e TAE’s visando preparar as próximas mobilizações. No dia 26, aconteceu reunião de um comando de mobilização que fez um documento de sensibilização para os demais colegas.

UTFPR-Pato Branco: adesão quase total dos técnico-administrativos, com reunião para conversar acerca das pautas e das estratégias de mobilização.

UTFPR-Ponta Grossa: adesão parcial dos técnico-administrativos, com realização de debates sobre os temas da mobilização, como FUNPRESP, EBSERH, PL 549, privatização e terceirização e a administração do campus.

UFPR-Palotina: adesão quase total dos técnico-administrativos, com debate na parte da manhã junto com os docentes acerca das demandas das categorias. Na parte da tarde, aconteceu panfletagem na praça.

UFPR-Litoral: adesão quase total dos técnico-administrativos, com envio de representantes para participar das atividades em Curitiba.

UFPR-CEM: houve adesão quase total dos TAE’s, com reuniões que debateram as pautas da categoria e prepararam a mobilização dos dias 09 e 10 de maio.

UTFPR-Guarapuava: não houve adesão.

IFPR-Palmas: Adesão a paralisação, com participação dos técnicos, docentes e estudantes.

IFPR-geral: Recebemos informes da adesão parcial ou total a paralisação em vários câmpus do Instituto: Foz do Iguaçu, Paranaguá, Ivaiporã, Umuarama. Parabéns aos servidores que se organizaram e tocaram as mobilizações nestes locais de trabalho! Agora é importante discutir e construir a paralisação dos dias 09 e 10 de Maio (Calendário da FASUBRA) chamando os professores e estudantes a se somarem a este processo de

GT Carreira não avança e ANDES-SN comunica indicativo de greve para 17 de maio

retirado de : http://www.andes.org.br:8080/andes/print-ultimas-noticias.andes?id=5301
O ANDES-SN, governo e demais entidades do setor da educação se reuniram nesta quarta-feira (25) para dar continuidade aos trabalhos do GT Carreira, estabelecido no acordo emergencial firmado em 2011.

Como definido na reunião anterior (19/4), foram debatidos a estrutura da carreira – níveis e classes -, progressão e enquadramento. O ANDES-SN apresentou uma síntese de sua proposta, argumentando os motivos e experiências anteriores que levaram a entidade a propor a carreira do professor federal com 13 níveis, 2 anos de interstício e 5% de steps, com relação entre piso e teto de 3,1 e com uma linha só no contracheque.

Os diretores do ANDES-SN enfatizaram a necessidade de que a reestruturação permita uma carreira sólida, atrativa tanto para entrada quanto permanência e que respeite a natureza artesanal do fazer acadêmico.

“Precisamos pensar numa carreira em que todos possam ter certa tranquilidade de que ela perdurará, será de  décadas, para induzir a um processo de relação permanente com ela e com a instituição”, ressaltou Marina Barbosa, presidente do ANDES-SN.

Dulce Tristão, representante da Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação (Sesu/MEC), afirmou que a proposta do governo continua inalterada até o momento, mas que existiam pontos que estavam sendo reavaliados, o que não significava necessariamente uma mudança.

Ela disse que há uma forte inclinação em retirar a proposta de criação da classe sênior. Outros pontos que estão sendo revistos é o tempo entre uma avaliação de desempenho e outra (para a progressão de nível) e também o tempo de permanência do professor no topo da carreira.

A representante da Sesu/MEC reforçou, no entanto, que permanecem até o momento as duas carreiras, uma do Magistério Superior (MS) e outra do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico. Para o MS, com quatro classes e dois cargos, mantendo o professor titular.

Cobrada em relação à proposta para Ebtt, uma vez que o representante oficial da Setec não estava à mesa, Dulce disse que o governo vem discutindo as mesmas diretrizes de piso e teto para as duas carreiras, observando as mesmas classes e níveis do MS, mas que o governo ainda estuda fatores para promoção e progressão para os docentes dos Institutos Federais.

“O que se percebe é que o governo está cristalizado numa posição. Os argumentos se somam, convergem, mas a posição continua cristalizada na proposta anterior. Estamos avançando muito pouco, o debate é muito bom, mas na hora do fechamento, não se avança”, disse Luiz Henrique Schuch, 1º vice-presidente do ANDES-SN.

Marina ressaltou que lamentava enormemente a forma como as negociações estavam sendo conduzidas, uma vez que a impressão que se tinha é de estar vivenciando um momento que se assemelhava ao das oficinas, onde foram expostas as propostas, mas nada se negociou efetivamente.

A presidente do Sindicato Nacional destacou a profunda insatisfação e indignação da categoria pelo descumprimento do Acordo no que diz respeito a prazo conclusivo sobre a reestruturação de carreira, a postura intransigente que os representantes do governo têm demonstrado, o que tem implicado em descaracterização do processo de negociação, exigindo uma mudança de postura e agilidade no calendário.

“Fizemos um balanço do processo e o que avaliamos é que até agora o governo está irredutível, o que nos coloca numa situação difícil. No dia 19, realizamos paralisação da categoria com muita consistência e integramos a paralisação coletiva dos servidores hoje, fazendo debates, aulas públicas e manifestação nas universidades”, disse ela.

Marina comunicou que a categoria abriu a discussão do indicativo de greve, com possibilidade de deflagração da paralisação geral a partir de 17 de maio.

Sérgio Mendonça tentou justificar a vagarosidade do processo, dizendo que a reestruturação da carreira docente era algo complexo e que não dava para ser feito sob pressão do tempo. Informou ainda que, nesse momento, cabia mais ao MEC que ao Planejamento mover as peças da negociação. “O Ministério do Planejamento é coadjuvante nessa história. O MEC é o protagonista”, disse, salientando que o MP assumirá o protagonismo quando a discussão chegar ao impacto orçamentário.

Os diretores do ANDES-SN rebateram o argumento, apontando que o processo de discussão em torno dos projetos de carreira teve início em agosto de 2010, quando o governo apresentou sua proposta de reestruturação.

Ressaltaram ainda que os docentes já tinham experiência recente em relação ao discurso da LDO e o prazo de 31 de agosto e que não iam esperar até o final de julho para ouvir que não ocorrerão mudanças com impacto já para 2013.

“A reestruturação da carreira envolve dinheiro sim. Não é apenas uma questão financeira, mas passa por isso e tem que estar previsto no orçamento. Logo, a LDO é a espada do tempo nessa mesa”, disse Marina.

Num clima de muita tensão, Marcela Tapajós, representante da SRT/MP, questionou o indicativo de greve para 17 de maio, dizendo que houve compreensão de que havia sido repactuado na mesa estender o prazo para 31 de maio e deu a entender que isso traria conseqüências para aquela mesa.

Os diretores do ANDES-SN disseram que o nível de descontentamento da categoria com o processo é muito grande e crescente, uma vez que o governo não cumpre seus prazos e as negociações não avançam.

Os representantes do governo propuseram uma próxima reunião para o dia 15 de maio, data que foi questionada pelo ANDES-SN, tendo em vista a agenda deliberada pelo Setor das Ifes, com reunião no dia 12 de maio para discutir a deflagração da greve.

O ANDES-SN insistiu para que o próximo encontro com os representantes da SRT/MP e da Sesu/MEC no dia 11 de maio. O governo ficou de estudar sua agenda, mas a princípio manteve o dia 15.

Trabalhadores/as UFPR se Somam a Movimento de Paralisação e Greves Nacionais

Retirado de: http://www.apufpr.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1880:25-de-abril-e-dia-de-paralisacao-nacional-do-servico-publico-federal&catid=1:apufpr&Itemid=8

25 de abril é dia de paralisação nacional do serviço público federal

Data será marcada por atos públicos e paralisação de atividades 

A APUFPR-SSind convoca todos os docentes da UFPR a participarem do ato público que será realizado no dia 25 de abril, a partir das 10 horas, na Praça Santos Andrade.

A atividade faz parte do Dia nacional de lutas com paralisação, organizado por 31 entidades nacionais que representam diversas categoriais do serviço público federal.

25_de_abrilOs docentes da UFPR, reunidos em assembleia no dia 19 de abril, deliberaram pela incorporação da categoria na paralisação nacional dos servidores públicos federais. Na mesma assembleia foi aprovado o indicativo de greve para o dia 15 de maio.

Os servidores públicos federais reivindicam um reajuste linear de 22,08%, para recompor as perdas dos últimos anos, mas o governo já sinalizou que não está disposto a conceder o aumento e nem discutir a definição do 1º de maio como data base para reajustes anuais.

As 31 entidades envolvidas na campanha salarial de 2012 prometem deflagrar uma greve unificada caso não seja alcançado um acordo até o final do mês.

Na avaliação do movimento docente a construção de uma greve geral unificada do serviço público federal é importante neste momento, uma vez que o governo tem se mostrando intransigente com todas as categorias.

Neste dia ocorrerá em Brasília mais uma reunião do grupo de trabalho que está formulando a reestruturação da carreira dos docentes das instituições federais de ensino superior. Para a diretoria da APUFPR-SSind, é muito importante a adesão dos docentes da Universidade à paralisação, para que o governo federal saiba que a categoria está engajada na luta pelas melhorias na educação e no serviço público do país em geral.

 

Debate

Como atividade do dia de paralisação, ocorrerá também um debate com o tema dívida pública x serviço público, que abordará os prejuízos causados pelo governo federal ao serviço público e, por conseguinte, à sociedade, ao priorizar o pagamento dos altos juros da dívida pública e deixar de investir nos serviços essenciais à população.

O debate começará às 14 horas no anfiteatro 500 do prédio D. Pedro I da UFPR.

 

DSC_0093Organização

No dia 19 de abril representantes de entidades do serviço público federal sediadas em Curitiba se reuniram para organizar as atividades do dia 25 de abril. O encontro ocorreu na sede da regional sul do ANDES-SN.

 

Retirado de: http://www.sinditest.org.br/portal/geral/assembleia-geral-aprova-calendario-de-lutas-e-estado-de-greve/

 

Assembleia Geral aprova calendário de lutas e estado de GREVE!

Publicado em 19/04/2012 por bernardopilotto

Em uma Assembleia Geral bastante representativa que encheu o Anfiteatro-100 da UFPR, os técnico-administrativos em educação (TAE’s) organizados pelo SINDITEST-PR aprovaram o calendário de lutas oriundo do XXI Congresso da FASUBRA. A partir de hoje, estamos em ESTADO DE GREVE.

 

O calendário envolve uma paralisação de 24h, em conjunto com os demais servidores públicos federais, no dia 25 de abril e uma paralisação de 48h pela pauta específica da nossa categoria nos dias 09 e 10 de maio. Essas paralisações serão um alerta ao governo federal, que até o momento não deu ainda uma resposta para as demandas dos trabalhadores. Para os TAE’s, o prazo limite para a resposta é o dia 30 de maio.

Também como forma de pressão, haverá uma caravana a Brasília no dia 17 de maio. Nos dias 18 e 19 de maio, a categoria avaliará a situação em plenária nacional.

Os técnico-administrativos em educação lutam por reajuste salarial, contra o congelamento salarial, por melhorias no Plano de Carreira e contra os projetos de lei que privatizam a saúde, educação e previdência pública.

Pauta Geral

– Reposição Salarial de 22%;

– Data-base, negociação coletiva e direito de greve;

– Paridade entre ativos e aposentados;

– Incorporação das gratificações;

– Contra os projetos de Lei que prejudicam o serviço público

(PL 549/09, PL 248/98, PL 92/07).

Pauta Específica

– Piso de 3 salários mínimos e STEP de 5%;

– Correção do Anexo IV;

– Democracia nas Instituições de Ensino Superior;

– Capacitação e Qualificação;

– Racionalização;

– Contra a EBSERH.

Em Curitiba, a Assembleia Geral e o Comando de Mobilização aprovaram a seguinte programação para o Dia Nacional de Lutas – 25/04/2012 – Paralisação de 24h:

7h00 – Café da manhã

Local: Sala 2 do HC/UFPR

9h00 – Concentração, com últimos informes

Local: Pátio da Reitoria

10h00 – Ato público com os demais servidores públicos federais

Local: Praça Santos Andrade

14h00 – “O Plano de Carreira que queremos”

Local: Anfi-100

A orientação é que, na Unila e nas cidades que possuam campus da UFPR, UTFPR e IFPR, aconteça panfletagem de manhã em algum local público e que, na parte da tarde, os servidores se reúnam para assistir o debate sobre Plano de Carreira via twitcam. O sindicato está buscando articulação com as demais categorias do serviço público para que se construam atividades comuns.

 

Assembleia Geral Extraordinária para discussão do indicativo de greve

APUFPR-SSind convoca todos os docentes a participar da Assembleia Geral Extraordinária, que acontece no dia 19 de abril, às 15h30, no auditório da administração no Centro Politécnico.

A reunião tem como objetivo discutir o indicativo de greve nacional dos professores federais. Além de avaliar as negociações com o governo federal e o andamento da pauta local.

 

Serviço:

Assembleia Geral Extraordinária para discussão do indicativo de greve.

Data: 19 de abril de 2012.

Horário: 15h30.

Local: auditório da administração no Centro Politécnico.

 

Pauta:

– Informes e avaliação das negociações com o governo federal.

– Discussão do indicativo de greve nacional dos professores das federais.

– Informes e avaliação do andamento da pauta local.

– Lançamento da campanha para estabelecimento do limite máximo de 12 horas semanais em sala de aula.

Fonte original em: http://www.apufpr.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1857:assembleia-geral-extraordinaria-para-discussao-do-indicativo-de-greve-acontece-no-dia-19-de-abril&catid=1:apufpr&Itemid=8

19 de abril: Dia de Paralisação terá seminário para discutir o limite máximo de 12 horas em sala de aula

retirado de :http://www.apufpr.org.br/index.php

 

No dia 19 de abril acontece a paralisação nacional dos docentes das universidades federais, definida na reunião do Setor das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) do ANDES-SN, que apontou a construção da greve para toda a categoria.

 

campanha 12 horasSeminário

Neste dia a APUFPR também promove o seminário Limite máximo de 12 horas em sala de aula que discutirá os dados apurados pela comissão que apresentou a proposta nos conselhos superiores da UFPR.

O seminário acontece no auditório da administração no Centro Politécnico às 13h30.

 

Assembleia

Na data da paralisação, está marcada na UFPR a Assembleia Geral Extraordinária da categoria que discutirá o indicativo de greve nacional.

Nesta reunião, os docentes também irão avaliar o andamento das negociações com o governo federal e o encaminhamento da pauta local.

A assembleia ocorre às 15h30 também no auditório da administração no Centro Politécnico.

Debate sobre a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares: o que você tem a ver com isso?

 

 

A proposta do governo de desvincular os Hospitais Universitários das Universidades Federais e colocá-las sob a gestão da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). Inicialmente proposta na medida provisória 520 (MP/520) foi assinada pelo presidente Lula em 31 de Dezembro de 2010. Após aprovação, foi transformada em projeto de lei no dia 5 de julho de 2011 pela sucessora de Lula, Dilma, ambos do PT. A PL 1749 tem sua aprovação na Câmara Federal dos deputados em 20 de Setembro de 2011 e sucessivamente no Senado, em 23 de Novembro.

 

Os Hospitais Universitários são fundamentais para o serviço público de saúde prestado pelo SUS (Sistema Único de Saúde). O Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná é um exemplo disso – é um dos únicos hospitais de nível terciários do Paraná, tornando-o responsável por grande parte dos atendimentos de alta complexidade no estado (foi o primeiro hospital da América Latina realizar um transplante de medula óssea, por exemplo). Com este projeto da EBSERH, similar ao projeto PSDBISTA das organizações em sua versão federal , os Hospitais Universitários (incluso o HC-UFPR) podem deixar de ser 100% públicos. Isso acarretará em menos leitos para a população, cobrança dos serviços, precarização tanto dos direitos como das condições dos trabalhadores. Terá em seu interior inserida a lógica de produtividade (lucro) como em qualquer empresa privada, precarizando, por fim a atendimentos, ensino (pois o HC-UFPR é u  hospital escola) e trabalho.

 

É necessário participar dos debates e difundir estas informações, forçando que este debate se coloque para todo o público. Esta medida, de acordo com a autonomia universitária, deve passar pelos Conselhos Universitários (instâncias máximas da UFs) antes de sua implementação. Estudantes e servidores podem intervir nesta tomada de decisão.

 

 

Venha debater com a gente a EBSERH quinta-feira (19/04) às 19hs.

 

Local: Salão Nobre da Santos Andrade.

 

 

Realização: Centro Acadêmico Hugo Simas e Coletivo Quebrando Muros

Na UFPR o dia 19 de abril será marcado por paralisação dos docentes e discussão do indicativo de greve nacional

Retirado de: http://www.apufpr.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1802%3A-na-ufpr-o-dia-19-de-abril-sera-marcado-por-paralisacao-dos-docentes-e-discussao-do-indicativo-de-greve-nacional&catid=1%3Aapufpr&Itemid=8

Final de abril é o limite para o movimento docenteimg_7677 customNo dia 02 de abril, o Comando Local de Greve dos docentes da UFPR esteve reunido na sede da APUFPR para discutir o andamento das pautas nacional e local.

O descaso do governo na negociação da reestruturação da carreira e o não cumprimento do acordo assinado em agosto de 2011, previsto para o mês de março, foram avaliados pelo movimento docente local como um desrespeito à categoria.

Os docentes também apontaram a intransigência do governo frente às reivindicações da categoria. “Expressão disso é o fato de o governo ter encaminhado o PL que trata dos 4% e da incorporação das GEMAS e não ter feito nenhum esforço para que ele tramitasse com rapidez. Como se não bastasse, incluiu no mesmo projeto de lei medidas que retiram direitos dos docentes como, por exemplo, a mudança na forma de pagamento da insalubridade e periculosidade,” explica o secretário geral da APUFPR-SSind, Rogério Miranda Gomes.

Para os docentes, o mês de abril deve ser de ampliação das mobilizações para garantir a construção da greve das federais no início de maio, caso o governo não retroceda em sua política de não valorização do serviço público e da educação superior. “O comando trabalha com a perspectiva de retomada da greve, já que suspendemos essa greve. Claro que faremos isso com responsabilidade, até porque a conjuntura também nos aponta que o governo vai jogar duro”, afirma o docente do departamento de Química, Claudio Antonio Tonegutti.

A proposta do setor das federais do ANDES-SN é que abril seja tratado como um mês decisivo nas negociações, e indica que os docentes realizem no dia 13 atividades nas universidades dialogando com a comunidade interna e externa, e explicando a luta da categoria.

Já nos dias 19 e 25 de abril, devem ocorrer paralisações em todas as IFES – a primeira em defesa da pauta específica dos docentes e a segunda, previamente convocada pelo Fórum Nacional das Entidades dos Servidores Públicos Federais, em defesa da pauta unificada dos SPFs. Neste dia, as demais categorias dos servidores também deverão suspender as atividades em todo o país.

Na Universidade Federal do Paraná o Comando Local de Greve da UFPR indicou que, para o dia 13 de abril, os docentes utilizem suas aulas para esclarecer aos alunos o motivo de uma possível greve. “A ideia é que nesse dia os professores possam, inclusive, realizar aulas com suas turmas enfatizando o tema da precarização da educação pública, mostrando aos alunos a necessidade da luta pela melhoria das condições de trabalho e salariais”, afirma Mônica de Macedo Cardoso, professora de Terapia Ocupacional e membro do Comando de Greve.

Neste dia os docentes também distribuirão no R.U e bibliotecas um material que explica à comunidade acadêmica o processo de precarização do ensino superior.

Já para o dia 19 de abril, está marcada uma paralisação com assembleia geral da categoria. “Neste dia haverá uma grande paralisação nacional dos docentes e aqui na UFPR realizaremos também uma assembleia geral em que discutiremos as estratégias para ampliar a mobilização, construindo uma proposta de data para indicativo de greve a ser levada à reunião do Setor das IFEs,” explica a diretora de imprensa da APUFPR-SSind, Melissa Rodrigues de Almeida.

O dia 19 de abril também será marcado com um seminário que discutirá os dados analisados pelo grupo de trabalho que apontou a necessidade de estabelecimento do limite máximo de 12 horas em sala de aula na UFPR. “Nós aqui seguiremos o indicativo nacional com um calendário de mobilizações na UFPR. Nesse movimento também iremos construir para o dia 25 uma paralisação com as outras categorias do serviço público, aqui em Curitiba”, afirma Tonegutti.

Para o Comando Local de Greve é importante destacar que essa greve que se aponta está pautada em dois eixos. O primeiro se refere à pauta de todo o serviço público federal, e o segundo se refere à pauta emergencial específica dos docentes, discutida no congresso de Manaus.

“O centro da mobilização agora não se restringirá ao cumprimento do acordo de 2011, visto que ele, por si só, está muito abaixo das necessidades dos docentes e do serviço público federal. Entendemos o cumprimento do acordo como uma obrigação do governo em relação ao ano de 2011. Para o ano de 2012, nossas reivindicações são mais amplas”, completa Gomes.

Eixos da campanha 2012 ANDES-SN

1. UNIVERSIDADE PÚBLICA E O TRABALHO DOCENTE

2. AUTONOMIA, FINANCIAMENTO E VAGAS DOCENTES

3. DEMOCRATIZAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES E DAS RELAÇÕES DE TRABALHO

4. CONDIÇÕES DE TRABALHO, CAPACITAÇÃO E SEGURIDADE

5. CARREIRA ÚNICA

6. POLÍTICA SALARIAL

7. PROPOSTA SALARIAL

AGENDA DE MOBILIZAÇÃO

Dia 13 de abril

Dia de mobilização nacional dos docentes das federais

– Indicativo que na ufpr os docentes utilizem suas aulas para discutir a situação de precarização da universidade pública e explicar aos alunos a possibilidade de greve dos docentes.

– Esclarecimento à comunidade acadêmica da possibilidade de greve: panfletagens dos docentes nos RUs e bibliotecas.

Dia 19 de abril

Paralisação Nacional dos Docentes das Federais

– 13h30 – Seminário: Limite máximo de 12 horas em sala de aula na UFPR.

– 15h30 – Assembleia Geral Extraordinária com discussão de indicativo de greve.

Dia 25 de abril

Paralisação Nacional de todo o serviço público federal

– Ato conjunto das várias categorias do Serviço Público Federal, no centro de Curitiba, para esclarecer à comunidade externa a situação de precarização do Serviço Público e as reivindicações do funcionalismo.