Arquivo de março, 2013

Todo apoio à luta contra o aumento em Porto Alegre!

Publicado: março 31, 2013 em Sem categoria

Retirado de: https://rizoma.milharal.org/2013/03/30/todo-apoio-a-luta-contra-o-aumento-em-porto-alegre-coletanea-de-fotos-videos-e-noticias/

Em homenagem as groselhas ditas por Lasier Martins (veja-as aqui:http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/videos/t/todos-os-videos/v/lasier-martins-fala-sobre-protesto-realizado-ontem-em-frente-a-prefeitura-de-porto-alegre/2485857/) – vale a pena relembrar um trecho: “”o que houve ontem – e nós estamos revendo agora – foi uma ANARQUIA da pior espécie””. Sugerimos a seguinte canção de Ronnie Von

“…Vamos pra rua fazer uma tremenda anarquia!”

Força na luta compas!

__________________________________________

Vídeos:

Ato contra aumento da passagem em Porto Alegre ( Vista por dentro ): http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=PvNVAxT0mlY#!

Estudantes fazem manifestação contra o aumento da passagem de ônibus em Porto http://www.youtube.com/watch?v=ZlmoiIFORzs

GRANADA!

Revolta contra aumento da passagem gera grande protesto em Porto Alegre:

http://www.sul21.com.br/jornal/2013/03/revolta-contra-aumento-da-passagem-gera-grande-protesto-na-noite-de-porto-alegre/

Fotos:

Edson Luís! Presente! Dia Nacional de Luta dos Estudantes.

Publicado: março 28, 2013 em Sem categoria

Retirado de: http://tendenciaestudantilrp.blogspot.com.br/2013/03/edson-luis-presente-dia-nacional-de.html

Dia 28 de março: data em que o secundarista Edson Luís de Lima Souto foi assassinado pela polícia militar do RJ em 1968. Dia Nacional de Luta dos Estudantes no Brasil.

Dia 29 de março: Dia do Jovem Combatente no Chile em memória ao assassinato dos irmãos Rafael e Eduardo Vergara Toledo durante a ditadura chilena.

A Luta da Juventude Latino Americana não é de hoje!
Aos que lutaram e que lutam ontem, hoje e sempre!!!
Presente!!!

 
Postado por Tendência Estudantil Resistência Popular às 22:24

Movimentos Sociais interrompem seminário da ANP

Publicado: março 25, 2013 em Sem categoria
seminario_anp_02

A Organização Popular esteve presente no 18 de março – 142 anos da Comuna de Paris -,  na manifestação organizada pela Plenária da campanha “O Petróleo Tem que ser Nosso”, na frente do Hotel Windsor, no Leme. A atividade foi organizada em virtude de um seminário patrocinado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), órgão governamental,  com vistas à preparação da 11ª Rodada de Leilões das áreas petrolíferas brasileiras.ato_anp_01 As entidades presentes ao ato, SINDSCOPE, SINDIPETRO-RJ, FIST, AERJ, ANEL, CSP-CONLUTAS, entendem que as reservas de petróleo devem ficar sob o controle da Petrobrás, 100% estatal e, para o setor mais claramente classista, sob o controle dos trabalhadores. Leia a matéria completa da ANP que se segue. Movimentos sociais interrompem seminário da Agência Nacional do Petróleo Cerca de 60 manifestantes fizeram um protesto nesta manhã de segunda (18) em frente ao Hotel Windsor Atlântica em Copacabana. No local, ocorre um seminário promovido pela Agência Nacional do Petróleo e pelo Governo Federal para esclarecer aos empresários detalhes da 11ª Rodada de Leilões do Petróleo Nacional, que colocará a disposição da iniciativa privada 289 blocos de petróleo. Movimentos sociais integrantes da campanha ‘O Petróleo Tem que Ser Nosso’ se mobilizaram para denunciar esse processo de privatização do nosso ouro negro e exigir que essa riqueza fosse destinada para resolução dos graves problemas brasileiros de saúde, educação, moradia e desenvolvimento de energias limpas. Um grupo de ativistas conseguiu entrar no auditório onde se realizava o seminário da ANP. Para uma plateia de empresários megabilionários, Emanuel Cancella e Eduardo Henrique, diretores do Sindipetro-RJ, explicaram o significado desse processo de privatização e avisaram que o povo vai se mobilizar para deter mais esse absurdo. Com a entrega de panfletos, uma animada banda e esquetes teatrais, a campanha ‘O Petróleo Tem que Ser Nosso’ dialogou com muitos cidadãos que passaram em frente ao ato. “A nossa luta está só começando. Hoje demos um recado aqui. Mas vamos seguir mobilizando mais movimentos sociais e todo o povo brasileiro para deter esse assalto. Os gringos e a turma do Eike Batista querem chegar aqui e levar nosso petróleo a preço de banana. Não vamos aceitar! Esse recurso precisa ser público e pensado de forma estratégica dentro de um projeto de desenvolvimento justo na perspectiva social e ambiental. Vamos dedicar toda nossa energia para barrar esses leilões marcados para 14 e 15 de maio” – explica Cancella. A próxima plenária da campanha ‘O Petróleo Tem que Ser Nosso’ está marcada para 25 de março, segunda, às 18h, na sede do Sindipetro-RJ, que fica na Av. Passos, 34, centro do Rio, próximo à Praça Tiradentes. Fonte: Agência Petroleira de Notícias Fotos: Samuel Tosta / Agência Petroleira de Notícias Mais sobre a manifestação e o seminário da ANP aqui.

Despejo da Aldeia Maracanã

Publicado: março 25, 2013 em Sem categoria

Publicado em 23/03/2013

retirado de: http://organizacaopopular.wordpress.com/2013/03/23/despejo-da-aldeia-maracana/

Aldeia IV

Na madrugada do dia 21 de março a Polícia Militar e a Guarda Municipal do Rio de Janeiro iniciaram um execrável assédio às dependências da Aldeia Maracanã. Sabe-se que foram presos 8 pessoas entre manifestantes e indígenas. A polícia abusou, como de hábito, da truculência valendo-se inclusive de um novo equipamento que emite ondas sonoras de grande intensidade. Os policiais não economizaram ainda nos sprays de pimenta e nas bombas de gás lacrimogêneo contra os cerca de 900 manifestantes presentes. Mesmo depois de terem os índios decidido desocupar o local a violência não acabou.

Segundo informes dados no próprio local do confronto, o governo parece ter prometido alocar os indígenas em Jacarepaguá enquanto estes aguardam por um espaço a eles prometido na Quinta da Boa Vista.

Aldeia VI

Um dado curioso fica por conta de, ao mesmo tempo em que a Aldeia estava sendo invadida, uma ocupação da FIST (Frente Internacionalista dos Sem Teto) em Campo Grande, a Olga Benário, ter sido também alvo de tentativa de despejo. Este intento, felizmente, não obteve resultado favorável para o capital. A resistência dos moradores somada à assessoria jurídica prestada pelo compa André de Paula, advogado da organização, foram suficientes para frustrar a tentativa de despejo.

A Organização Popular não apenas esteve no local, com ainda tem acompanhado a questão dos compas indígenas dede o ano passado, já por ocasião das primeiras ameaças de despejo.

ATO DE REPÚDIO AO NAZISMO – NÃO À VIOLÊNCIA

Publicado: março 22, 2013 em Sem categoria

No último sábado foi feita mais uma vítima da intolerância, do preconceito, da violência, que o neo-nazismo prega e está rondando a nossa querida cidade de Curitiba.

Um rapaz de apenas 25 anos que lutava pela liberdade e igualdade de direitos usando a sua música foi brutalmente assassinado a facadas por um grupo de jovens que seguem a ideologia nazista, no centro da cidade.

Os neo-nazistas dizem que lutam pela defesa da família brasileira, e o fazem com intolerância, preconceito, racismo e violência. Desta forma destroem inúmeras famílias.
Negros, homossexuais (ou quem eles julgarem que pareçam ser homossexuais), punks, socialistas, anti-facistas e inúmeros outros grupos de pessoas são alvo da violência desses neo-nazistas.

Vamos lutar por PAZ, LIBERDADE, TOLERÂNCIA e JUSTIÇA.

PAZ SEM VOZ É MEDO, NÃO VAMOS DEIXAR QUE NOS CALEM!

CURITIBA NÃO É LUGAR PARA NAZISTAS – A CADEIA SIM.

Venha de preto, traga suas faixas.

Retirado de: http://www.facebook.com/events/147879952046576/

A tarifa é um roubo! – Ato contra o aumento da passagem

Publicado: março 22, 2013 em Sem categoria
– PELA REDUÇÃO DO PREÇO DA PASSAGEM!
– PELA ABERTURA DA CAIXA PRETA DA URBS!
– PELA TRANSPARÊNCIA NO CÁLCULO DA TARIFA
– PELO PASSE LIVRE PARA ESTUDANTES!

Vamos lutar contra o aumento da passagem!

O aumento da passagem de ônibus é absurdo. Nós trabalhadores e estudantes que usamos todos os dias o transporte coletivo não podemos aceitar esse aumento calados. A qualidade do transporte público de Curitiba é péssima: ônibus superlotados, viagens demoradas, falta de segurança, trajetos insuficientes e agora uma tarifa ainda mais abusiva.

Como ficou o preço da passagem?

Durante a semana R$ 2,85 e no domingo R$ 1,50. Ou seja, uma família composta por 4 pessoas – casal e dois filhos (que já pagam) – gastará R$ 22,80 reais sendo R$ 11,40 para ida e R$11,40 na volta. O mesmo acontecerá com os usuários da região metropolitana e a situação será ainda pior nas regiões onde o transporte público não é integrado.

Por que o preço da passagem vai aumentar?

Quem manda no transporte coletivo são os donos das empresas (concessionárias) de ônibus, que estão sempre envolvidos em financiamentos de campanhas e lucrando a partir de privilégios dados pelos governos. Entra prefeito, sai prefeito e nada muda.
A população não tem acesso às contas da URBS, que realiza seus negócios às escuras. Como podem falar em “tarifa técnica” se não abrem suas contas? O preço da passagem é injusto. Quanto e quem está lucrando com este aumento?
Nós defendemos a abertura das contas e planilhas de custos da Urbs e das empresas de ônibus. Para poder fazer uma investigação séria, controlada por sindicatos e organizações confiáveis dos trabalhadores, para sabermos de fato quanto custa esse sistema e qual o lucro dos empresários.

Juntos poderemos derrubar o aumento da passagem! Precisamos nos organizar nos bairros, nas escolas, nas igrejas, nos locais de trabalho, nos sindicatos, nos movimentos sociais. Vamos unir nossas forças em um grande movimento para exigir, do prefeito Gustavo Fruet e do governador Beto Richa, que em vez andam a brincar de batata quente entre si, se preocupem com a melhoria da qualidade do transporte coletivo e na redução do preço da tarifa.

Exigimos que voltem atrás com essa política de aumento que só prejudica e pesa no bolso do povo. Venha marchar pelo transporte coletivo acessível e de qualidade.

MOVIMENTO CONTRA O AUMENTO DA PASSAGEM

Apóiam o ato e a pauta: PCB, PSTU, UJC, Coletivo Rompendo Amarras, PSOL, MEPR, Grêmio Estudantil do Colégio Estadual do Paraná, Movimento Juntos!, Assembleia Nacional dos Estudantes – Livre, Sinditest-PR, Coletivo Outros Outubros Virão, Coletivo Barricadas, Cafil (UFPR), CSP – Conlutas, Coletivo Quebrando Muros, PAR – Partido Acadêmico Renovador (UFPR), Coletivo Levante!

Transporte Público é Direito e não Mercadoria!

Publicado: março 22, 2013 em Sem categoria

2013 começou com certo “atraso”: no dia 14 de março “finalmente” o tão esperado e indesejado aumento da tarifa do Transporte coletivo chegou  à população curitibana. Em cena os debates: a culpa é do governo do Estado (Richa-PSDB) que cortou o subsídio (a passagem do ônibus) para prejudicar a “progressista” prefeitura de Fruet (aliança PDT/PT),  ou  são as tabelas das empresas e da URBS, que não correspondem à realidade pois objetivam sonegar lucros e hiperfaturar custos? Ou ainda, se é culpa dos trabalhadores do transporte público, que lutam por reajuste salarial. Bem, pode-se descartar a última hipótese, entendendo que os trabalhadores não têm influência neste aumento, pois isto é consequência dos lucros das empresas estarem embutidos na tarifa . A luta pelo transporte se situa no terreno da luta de classes, com Estado e Empresas de um lado (classes dominantes) e Trabalhadores do Transporte e Usuários (trabalhadores em geral, filhos de trabalhadores, trabalhadores em formação) de outro.

Não nos restam dúvidas, o custo da passagem é fruto da ganância dos empresários. Mas qual é a resposta que o movimento tem de dar a este problema? De novo ficaremos a “bater cabeça” em torno das planilhas “fictícias” das empresas/URBS ? Lutaremos pela transparência, portanto, a liberação das planilhas? E se liberarem, normatizaremos uma margem de “lucro justa”? Isto é possível? Sabemos que 2,60 R$ era absurdo, agora, 2,85R$ tornou mais difícil o que era inadmissível aos trabalhadores e trabalhadoras, estudantes, desempregados e desempregadas, e toda a massa de explorados e exploradas. Isso simplesmente para bancar lucros e riquezas de uma parcela mínima da população que detém a propriedade do transporte (senão formal, por meio de fraudes em licitações e concessões falaciosas). Para nós é justamente aí que reside o problema do Transporte público de Curitiba (e da imensa maioria das cidades do mundo). Temos consciência da necessidade de barrar este aumento, aumento da exploração dos e das de “baixo”, em favor dos lucros cada vez maiores das elites. Porém, neste momento de efervescência das discussões em torno do transporte, desejamos introduzir a discussão em torno da função social, da mobilização daqueles que são explorados. Se nos fins da década de 80, no período de redemocratização, os movimentos até então existentes lutaram por saúde, educação, e toda uma rede de serviços públicos para todos terem  acesso, hoje, no caso do transporte, em alguns locais conquistou-se  o passe livre estudantil, com a consciência de que se educação é um direito público e gratuito, ser transportado até o seu local de estudo também o é. O mesmo é valido quando pensamos no acesso à cultura, saúde, etc. que agora passa a valer 5,70 diariamente, levando-se em consideração as tarifas de ida e volta.

Para nós do Coletivo Quebrando Muros existe uma única questão a ser colocada, e essa se refere à natureza social do transporte público de Curitiba. O que queremos afirmar é que o problema está no fato de que o transporte é propriedade dos empresários, sendo estes favorecidos pelo Estado. É nesse sentido que pensamos que a direção de nossa luta objetiva  um transporte público gratuito , não para que recalculemos planilhas e “regulemos” o lucro dos empresários, mas que derrubemos a lógica privada no transporte, suprimindo o lucro, substituindo o direito dos empresários pelo nosso direito de ir e vir e de acessar os demais serviços de forma gratuita. Mas como? Sabemos que esta vitória só pode ser organizada pelos de “baixo”, e que somente com a participação de estudantes, trabalhadores, desempregados, etc. é que podemos impor uma conquista sobre as classes dominantes e o Estado. Deste modo duas vias parecem corretas: organizar os descontentes com o aumento da tarifa neste momento e continuar nas bases, organizados permanentemente, debatendo o caráter do transporte e o direito aos serviços públicos, para acumular forças a um movimento que possa radicalizar suas lutas em torno de um Transporte Público e Gratuito! 2,85 é Roubo! A Propriedade é um Roubo! Abaixo a privatização do Transporte! Transporte Público é Direito e Não Mercadoria!

Ato contra o aumento da tarifa:

http://www.facebook.com/events/177709482377869/