Arquivo de abril, 2013

RP-AL:Dia do trabalhador e da trabalhadora, dia de luta!

Publicado: abril 30, 2013 em Sem categoria
 
O 1° de maio de 1886 entrou para história como símbolo de luta da classe trabalhadora. Uma história pouco divulgada hoje em dia. É comemorado como um feriado em quase todo mundo, mais conhecido como dia do trabalho e não dia do trabalhador, deturpando o seu significado histórico. Naquele ano, ocorreu uma greve geral nos Estados Unidos em que os operários reivindicavam a redução da jornada de trabalho. A greve acontecia com sucesso. A adesão e participação dos trabalhadores eram grandes, mas o governo e os patrões reprimiram fortemente a manifestação. Em conseqüência dos choques ocorridos com a polícia vários trabalhadores foram mortos pela polícia nas ruas e algumas das lideranças foram condenadas à forca. Estes ficaram conhecidos como Mártires de Chicago (cidade dos Estados Unidos onde os fatos aconteceram com maior intensidade).
 
Por isso, o 1° de maio não pode passar despercebido pela classe trabalhadora, pois esse dia é símbolo de resistência do povo oprimido. Através de lutas como as feitas pelos Mártires de Chicago é que conquistamos alguns direitos. Esses direitos nunca teriam sido dados pelos patrões e governos por boa vontade. Só conquistamos porque lutamos. Infelizmente ainda vivemos em um mundo injusto, onde existe uma maioria que trabalha e sustenta uma minoria que explora.
 
Atualmente, em sua maioria, o movimento sindical está burocratizado, pois está longe das bases e cada vez mais cooptado pelos governos e o próprio Estado. Nossa luta deve ser a de pressionar governos e patrões e não de colaborar com eles. Por isso, apostamos na necessidade de construirmos um movimento a partir dos locais de trabalho com o protagonismo direto do trabalhador. Sem o envolvimento da classe, não conseguimos lutar por novos direitos e garantir que os já conquistados não sejam retirados.
 
Contra as medidas dos governos e de toda a classe patronal que eles sempre representaram somente a organização do povo pode impedir o ataque a nossos direitos, bem como lutar pela ampliação deles. Porém, entendemos que toda luta por uma necessidade imediata deve ser também uma luta por uma nova sociedade.

 

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Divulgamos aqui o texto da Cooperativa Roça, do Complexo da Maré. A Roça conta com um militante da Organização Popular.

Em maio de 1886 na cidade de Chicago nos EUA, manifestações para reduzir a jornada de trabalho de 16(!) para 8 horas resultaram na morte de trabalhadores pela polícia. 3 anos depois, no âmbito da Segunda Internacional Socialista decidiu-se com referência a esta tragédia, escolher o 1° de Maio como dia de homenagem á classe trabalhadora e suas lutas e conquistas. É um dia para lembrar que, enquanto trabalhadores, somos explorados e somente com muita e contínua luta, à base de colaboração e solidariedade com os demais trabalhadores, podemos conquistar melhorias das nossas condições de trabalho, nossas condições de vida. Nisso, em plena época de precarização das relações de trabalho, é também um dia de lembrar-nos que somos tod@s  proletarizados: micro-empreendedores, camelôs, donos ou donas de casa, funcionári@s, trabalhadores autônomos,… – somente ao juntar força e esforços, pela organização popular, uma sociedade menos desigual e injusta é possível.

A história das favelas também é fruto dessa luta, foram a auto-organização e o coletivismo (mutirões!) que tornaram as favelas lugares de convivência das classes exploradas e dominadas. 1° de Maio – Dia do Trabalhador, dia da luta e da resistência dos moradores das favelas! Comemoremos esta data na Roça! com filmes, debate, música,…

Venha participar da FESTINHA “DIA DO TRABALHADOR”

SEXTA 03 DE MAIO, 20h Loja da Roça!, Rua Caetés, 82 – Timbau, Maré

Programação: Curta “Maio, nosso maio” com troca sobre a questão do trabalhador, da luta das classes exploradas, etc. Durante a noite: Longa “Tempos Modernos” de Charley Chaplin e outros filmes e imagens Haverá bebidas, caldo e outras comidas oferecidas pelo trabalho coletivo da Roça!

OP participa de protesto no Tribunal de Justiça

Publicado: abril 30, 2013 em Sem categoria

Solidariedade de classe e luta popular.

Na quinta-feira 11 de abril de 2013, houve uma manifestação na frente do fórum central do Tribunal de Justiça do estado do Rio de Janeiro no centro da capital fluminense, contando com umas 400 pessoas entre técnicos, analistas e aprovados não convocados no último concurso do TJ.

O ato público tinha entre seus objetivos: reajuste salarial digno, auxílio-educação, aumento no vale-refeição e fim das remoções arbitrárias de funcionários. Mas as principais exigências eram mesmo – imediata convocação de concursados e rejeição ao projeto de auxílio-moradia aos juízes. A administração do TJRJ pretende enviar à Assembleia Legislativa do Estado do Rio um projeto de lei para dar a magistrados (juízes e desembargadores) um auxílio-moradia de R$5.400,00 mensais retroativo a 10 anos. Só de atrasados isso traria um desperdício de mais de 400 milhões de reais de dinheiro público. Tal privilégio – já apelidado “auxílio-mansão” – é uma afronta a nosso povo tão sofrido, que deveria ver os recursos do estado do Rio serem usados na melhoria dos serviços públicos (saúde, educação etc.) e não em benesses descabidas a uns poucos.

E as altas cúpulas do tribunal ainda têm a desfaçatez de alegar falta de verba para chamar aprovados do mais recente concurso para serventuários… O fato é que tem ocorrido uma privatização da força de trabalho no TJRJ (seguindo os ditames neoliberais do documento 319, de 1996, do Banco Mundial), com a utilização de empresas terceirizadas e exploração de estagiários. Para piorar, foi iniciado agora um plano de incentivo à aposentadoria que nos parece um aprofundamento desse processo ilegal de substituição de concursados: servidores são coagidos a se aposentar enquanto o TJ só convoca mais e mais terceirizados e estagiários (que recebem irrisórias “ajudas de custo”).

Contra esses e outros descalabros, a Organização Popular esteve também presente no protesto. Inclusive dois militantes da OP – petroleiros do grupo de base Inimigos do Rei – fizeram intervenções ao microfone, falando contra o assédio moral (constante no TJ, tanto quanto na Petrobrás). Nas falas dos companheiros, foram lembradas decisões judiciais contrárias ao povo, como a exploração privada do estádio Maracanã, liberada na surdina pelo tribunal durante a madrugada anterior. Buscamos reafirmar não só no discurso, mas sobretudo na prática, a solidariedade entre a classe trabalhadora.

E assim seguiremos. Autonomia! Conscientização! Apoio mútuo!

Proposta da Frente Sindical da Organização Popular

Publicado: abril 30, 2013 em Sem categoria

 

 

 

 

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Proposta da Frente Sindical da Organização Popular (OP)

* Breve histórico do sindicalismo contemporâneo*

No início do ano de 1980 os trabalhadores reunidos em encontros estaduais, os ENCLATs criaram alguns documentos que deveriam ser analisados em um encontro nacional. Para tanto, no mês de agosto de 1981, na Praia Grande, São Paulo, aconteceu a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, a I CONCLAT. Desse evento participaram não apenas as velhas confederações e federações, como também um número expressivo de associações pré-sindicais, representadas por delegados de base, que prefiguravam, em grande medida, a renovação das premissas sindicais até então vigentes.

Como resultado prático da Conferência surge uma Comissão Pró-CUT e evidencia-se uma ruptura irreconciliável entre os setores mais radicalizados e a antiga burocracia sindical. Em agosto de 1983, com o nome de Congresso Nacional da Classe Trabalhadora, também sob a sigla de I CONCLAT, os grupos à esquerda organizaram as bases para a criação da CUT.

 No I CONCLAT, o de 1981, o tema da greve geral, tradicional bandeira do sindicalismo revolucionário, aparece para clivar a distinção entre os grupos presentes. Muitos dos delegados de base aglutinam-se, então, em torno da proposta que, em 1982, deveria ser posta em prática como forma de anunciar o nascimento da CUT e pressionar o governo e patrões a transigirem em favor de uma pauta unificada.

A CUT nasce com um estatuto provisório que destaca a sua independência dos patrões, do governo, dos partidos políticos e dos credos religiosos. Além disso, o mesmo documento, insistindo em três pontos, definia-se pela autonomia e a liberdade sindical, a organização por ramo de atividade produtiva e a organização por local de trabalho, as então em voga “comissões de base”.

Apesar das afinidades programáticas com o sindicalismo revolucionário dos primeiros tempos, boa parte dos sindicalistas atuava na estrutura das entidades oficiais. Tal situação colocava-os em flagrante contradição com os propósitos revolucionários e autonomistas uma vez que, em paralelo, gozavam dos benefícios concedidos pela legislação trabalhista em vigor.

Assim, a ação dos sindicalistas acabava por fortalecer a estrutura corporativa e oficial que, contraditoriamente, pretendiam destruir. O III CONCUT, em 1988, selaria “pela direita” a idiossincrasia que nascera com a CUT em 1983. Nesse encontro a tese política apresentada pela corrente Articulação, organicamente ligada ao PT, ganhou a maioria dos votos do plenário. A corrente conhecida genericamente por “CUT pela Base”, que defendia as teses ainda do estatuto provisório de 1983, foi derrotada e a burocracia sindical ganhou, por assim dizer, definitivamente a Central Única dos Trabalhadores.

*Os sindicatos hoje*

Grosso modo, podemos caracterizar a identidade sindical a partir de três condutas distintas:

1) Os sindicatos que hoje representam mais claramente os interesses do governo/patrões são os colaboracionistas ou chapa-branca. Estes subordinam sua política a postulados puramente economicistas, encarando o governo como um interlocutor legítimo, uma instância imprescindível e fundamental na resolução dos problemas.

2) Os sindicatos corporativos que, em determinada conjuntura, apresentam certo grau de combatividade, sem a pretensão de tornar determinante o diálogo com o governo. Mas que, embora entendam a posição que ocupam no cenário da luta de classes, ainda que buscando o enfrentamento, o fazem a partir de uma pauta quase exclusivamente econômica, aproveitando as crises e as agendas eleitorais para arrancar do governo as melhorias imediatas.

3) Os sindicatos de resistência que, embora busquem atender as necessidades imediatas de seus filiados, sustentam a necessidade do
enfrentamento mais claro e efetivo ao Estado burguês. Utilizam o corte classista não para evidenciar a singularidade entre trabalhador e patrão/governo, mas para explicitar o fosso que separa a classe trabalhadora daqueles que a exploram. Pensam o sindicalismo como um meio importante para que os trabalhadores deem combate ao sistema que oprime a eles e aos seus iguais em destino.

 

*Orientações e concepções sindicais*

Pode-se, de forma esquemática, apresentar três etapas importantes para o desenvolvimento de um programa estratégico de classe no sindicalismo. Tais etapas, no entanto, longe de obedecerem uma linha evolutiva, combinam-se e orientam-se mutuamente. A primeir parte de um programa estratégico deve versar sobre os ganhos de curto prazo, aqueles mais evidentes nas campanhas salariais e/ou de redução da carga horária, bem como de melhores condições de trabalho.

Os ganhos de médio prazo são, na mesma medida, econômicos e políticos, uma vez que apontam para a articulação de um sindicato com outros do mesmo ramo industrial, de profissão e de afinidades organizativas. Pode ou não desdobrar-se na criação de uma Central Sindical, ou, em certos casos, formar uma oposição consequente dentro de uma já existente, mas que, por força da inércia interna, não quer ou pretende avançar na luta. As vantagens de uma organização assim são evidentes e, dessa forma, incidem sobre os ganhos das categorias envolvidas no processo.

Os ganhos de longo prazo fazem parte da dimensão ideológica, mas não apenas. São em geral aferidos na coesão da classe, na sua disposição para a luta e para a radicalização em períodos negociais. Não necessariamente esposando uma orientação política clássica, podem, por outra parte, inspirar-se nestas para unificar o conjunto da classe em favor da ruptura final com o regime de iniquidades representado pelo Capitalismo.

No geral apenas os sindicatos de resistência se preocupam com a dimensão de luta de longo prazo. Os sindicatos corporativos, só muito raramente ultrapassam o médio prazo e os colaboracionistas ficam, na generalidade das vezes, apenas no curto prazo.

*Sindicalismo, burocracia e movimentos sociais *

No geral o que temos abordado desde o início do texto até esta parte é, por assim dizer, o problema da burocracia, da clausura e dos limites dos métodos adotados pelos sindicatos. Limites que afastam o sindicato do paradigma revolucionário e de seus virtuais parceiros na direção da emancipação dos explorados. Embutidos na apreciação geral estão elementos importantes a serem considerados para uma posterior tomada de decisão em relação aos caminhos a serem trilhados pelos trabalhadores. O diagnóstico,
longe de evidenciar inteiramente o problema, convida, a partir de indícios, à busca de soluções. Sempre optando pela ação coletiva de indivíduos inseridos em sua classe e representados em suas categorias profissionais.

O Socialismo é o eixo propositivo, e seu algoz, ainda tanto quanto o próprio Capitalismo, a burocracia. Segundo Cornelius Castoriadis: “O Socialismo é a supressão da divisão da sociedade em dirigentes e executantes, o que significa ao mesmo tempo gestão operária em todos os níveis – da fábrica, da economia e da sociedade – e poder dos organismos de massa – sovietes, comitês de fábrica ou conselhos. O Socialismo tampouco pode ser, em nenhum caso, poder de um partido, qualquer que seja a sua ideologia e sua estrutura. A organização revolucionária não é e não pode ser um órgão de governo. Os únicos órgãos de governo em uma sociedade socialista são organismos tipo soviético, abarcando a totalidade dos trabalhadores. O caráter burocrático das organizações ‘operárias’ atuais não se expressa somente em seu programa último, o qual – sob a cobertura de uma fraseologia mistificadora – não visa mais do que modificar as formas de exploração para melhorar seu conteúdo. Expressa-se igualmente, ao mesmo tempo, em sua estrutura própria e no tipo de relação que mantêm com a massa operária: quer se trate de partidos ou sindicatos, esses organismos formam ou tentam formar direções separadas das massas, reduzindo essa a um papel passivo e tentando dominá-la, reproduzindo uma profunda divisão entre dirigentes e militantes (ou contribuintes) em seu próprio seio”.

A questão da autonomia, portanto, é fundamental para manter um órgão de classe fiel aos postulados emancipatórios sem afastar deste, por uma conveniência político-partidária, alheia quase sempre às necessidades dos trabalhadores, os objetivos de médio e longo prazo resultantes da experiência da classe. Neste sentido, os movimentos sociais hoje podem servir de horizonte para o reforço de algumas práticas de autonomia; a despeito da participação de militantes com duplo vínculo, partidário e ativista de classe, a dinâmica organizativa e mesmo setores hostis ao atrelamento partidário contribuem sobremaneira para dificultar o processo de burocratização.

Vale salientar, entretanto, que a relação a ser estabelecida com os chamados movimentos sociais deve se constituir de maneira horizontal. Isso implica que não há de existir uma subordinação dos sindicatos aos interesses imediatos dos movimentos sociais, sob argumento de que estes trariam em si supostos anseios genuinamente populares, em contraposição às demandas sindicais, tidas por necessariamente corporativistas, reformistas ou pouco relevantes em relação a transformações sociais mais profundas. Da mesma forma, não se pode considerar os sindicatos como o motor das conquistas sociais, acreditando num suposto protagonismo revolucionário inato do trabalhador formal urbano e suas entidades de classe.

Assim os sindicatos não podem ser encarados como meros apoiadores das lutas populares empreendidas por sem-terra, sem-teto, desempregados, grupos étnicos descriminados e outros. Também não pode a luta sindical minimizar ou negligenciar estas bandeiras, crendo que todas as questões de gênero, discriminação, desemprego etc. se resolverão como que magicamente com o avanço da luta do proletariado, tido como sujeito histórico por excelência.

Que os movimentos sociais não se subordinem às organizações sindicais, e nem o inverso. Se os sindicatos têm comumente uma estrutura mais estável em termos de logística e finanças, isso não justifica em hipótese alguma que venham a ser encarados de forma utilitária, como um local para simplesmente se colher recursos financeiros ou estruturas para atividades cuja correlação com as demandas da categoria que o sindicato congrega nem sempre são estabelecidas.

E é justamente nessa correlação entre sindical e social que é importante dar ênfase. Esse fluxo entre as duas esferas de atuação na sociedade irá revigorá-las, não sendo, portanto, apenas uma delas que receberá o sopro renovador vindo da outra, numa relação de dependência ou dominação. O objetivo a ser alcançado é que aprendam e evoluam juntas, que se irmanem mesmo. Ressalte-se, inclusive: o sindicalismo é, necessariamente, também um movimento social.

Com base em tais reflexões, e certamente não serão estas as únicas ponderações a serem feitas sobre o assunto, é fundamental hoje para os sindicatos a construção de uma agenda que possa articular seus interesses mais imediatos às lutas dos trabalhadores em geral, não apenas os formalmente admitidos no mercado de trabalho, mas todo aquele que estiver disposto a lutar e se organizar em favor de uma transformação radical e efetiva da sociedade rumo ao Socialismo.

Fotos do Mutirão da Horta Agroecológica

Publicado: abril 29, 2013 em Sem categoria
A frente comunitária do Coletivo Quebrando Muros, através do Grupo de Trabalho Germinal, que possui os princípios de autogestão e agroecologia realizou neste sábado um mutirão na Escola Manoel Ribas. Porém as atividades não param por ai, durante os dias de semana este GT tem auxiliado professores e alunos na manutenção da horta. Venha conhecer o trabalho e não perca o próximo mutirão que acontecerá no mês de maio.

Confira algumas fotos do trabalho!
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A continuación compartimos nota de los colegas del diario Río Negro donde explican como los jueces (perseguidores de militantes sociales) Alejandro Ramos Mejía, Marcelo Barrutia y Miguel Gaimaro Pozzi rechazan excarcelación de los 5 Presos/as Políticos/as, colaborando con la impunidad de la provincia gobernada por el “caza pobres” Weretilneck. El pedido había sido echo por el fiscal de Cámara Carlos López para que los 5 Presos/as Poíticos/as esperaran el juicio en libertad. Estos 3 representantes de la justicia rionegrina, perseguidores de militantes, insisten en no divulgar evidencias reales que vinculen a los saqueos con los 5 compañeros presos/as. Evidentemente están esperando las elecciones en Río Negro y el referendum en Bariloche. Por ende demuestran una vez mas la presecución política lanzada sobre estos 5 militantes sociales de la Cooperativa 1º de Mayo que “molestaban” a las autoridades haciendo reclamo todos los días organizados con el resto de la población pobre de El Alto de Bariloche.

“Saqueos: confirman procesamientos y preventivas” – Nota del diario Rio Negro

Mas informacion http://presospoliticosbariloche.blogspot.com.ar

Mutirão Agroecológico na Escola Manoel Ribas

Publicado: abril 22, 2013 em Sem categoria

Mutirão Agroecológico na Escola Manoel Ribas

A Frente Comunitária do Coletivo Quebrando Muros tem o prazer de convidar tod@s para conhecer mais um de seus trabalhos e participar do mutirão de construção da horta mandala na Escola Manoel Ribas.
O grupo de trabalho intitulado de GERMINAL atua na escola a mais de dois anos contribuindo na manutenção da horta agroecológica escolar e no acompanhamento das turmas (ensino fundamental) em aulas em que a horta tem papel importante no conhecimento sobre a relação entre meio ambiente e sociedade, nas diferenças entre produção convencional e agroecológica, das lutas dos movimentos sociais agrarios, etc.
Para o coletivo é de grande importancia a participação de apoiadores neste projeto! A atividade ocorrerá no próximo sabado, das 9h as 16h. Estamos abertos em contribuições de mudas, sementes, etc, que os participantes queiram levar. Contribuições de alimentos para o lanche do dia também serão bem vindos! O importante é não esquecer de confirmar presença através do email: autogestaoufpr@gmail.com ou 84946227.