ALEP

SINDUEPG – Moção de apoio ao Coletivo Quebrando Muros

Ninguém fica pra trás na luta do povo

A comunidade universitária da UEPG reunida em assembleia vem a público manifestar solidariedade e apoio ao Coletivo Quebrando Muros que, após o massacre do dia 29 de abril, sofreu acusações mentirosas do governo do estado.

O governo, na figura do então Secretário de Segurança Fernando Francischinii, em entrevista à RPC, acusou o Coletivo Quebrando Muros e outros grupos “infiltrados” de terem iniciado a confusão que acabou com centenas de pessoas feridas no dia 29 de abril. Tal acusação é infundada e foi desmentida amplamente por vídeos, fotografias e testemunhas oculares, bem como pela OAB e o Ministério Público.

Numa clara tentativa de criminalizar os movimentos sociais organizados, em especial os de cunho libertário, o governo busca criar “culpados” dentro do próprio povo visando legitimar o massacre ocorrido em frente à ALEP. Temos consciência de que os verdadeiros responsáveis pelo massacre são Beto Richa (PSDB) governador do estado do Paraná, suas secretarias e a PMPR, que não pode ser isentada de sua responsabilidade por “apenas” cumprir ordens, tendo em vista todo o histórico de repressão dessa corporação.

Por fim, salientamos que sem o apoio do Quebrando Muros no dia 29 de abril, o número de feridos seria muito maior. Essas e outras tentativas de criminalização utilizadas pelo Estado não nos enganam e não enfraquecerão a luta das(os) trabalhadoras(es), tampouco dos Movimentos Sociais!

Lutar não é crime!

Nenhum direito a menos!

Disponível em http://sinduepg.com.br/site/?p=3000 ]

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Moção de Repúdio Contra a Criminalização do Coletivo Quebrando Muros – APP Sindicato

Retirado de: http://appsindicato.org.br/Include/Paginas/noticia.aspx?id=11311

app

Os trabalhadores e trabalhadoras em Educação Pública do Paraná, reunidos em Assembleia Estadual no dia 05 de maio de 2015, vêm, por meio desta moção, declarar repúdio à tentativa de criminalizar a Organização Política Coletiva Quebrando Muros, como sendo responsável por atos de violência, depredação do patrimônio público e também ter planejado uma entrada forçada na Alep, numa clara tentativa de justificar a brutal repressão policial que ocorreu no dia 29 de abril de 2015.

A administração do Estado do Paraná, na figura do secretário de Segurança Pública, Fernando Francischini, veio a público em entrevista na TV RPC e na rádio CBN acusar o Coletivo Quebrando Muros como sendo o grupo radical, infiltrado e alheio aos trabalhadores e trabalhadoras da Educação, que teria iniciado os ataques contra a PM com pedras, coquetéis molotov e bombas caseiras.

Entretanto, todas as imagens e filmagens mostram precisamente que o ocorrido na Praça Nossa Senhora de Salete foi um movimento de resistência dos(as) manifestantes frente ao ataque brutal e desmedido da PM a mando dos 3 poderes , que com bombas de efeito moral, balas de borracha, bombas tríplices de gás lacrimogêneo e spray de pimenta, enfim um verdadeiro arsenal de guerra.

Esclarecemos que o Coletivo Quebrando Muros é uma organização política que congrega vários setores populares, inclusive professores(as) sindicalizados(as) que compõem a luta dos trabalhadores da Educação de forma organizada e nos espaços democráticos da categoria: tais como assembleias e comandos de greve, sem ações individualistas que comprometam a pauta de reivindicação.

É importante tornar claro que essa atitude da administração do governo Beto Richa, na figura do Secretário da Segurança, Fernando Francischini, é um ataque desesperado e inconsequente a uma das principais conquistas do processo de redemocratização que é a liberdade de organização.

Com isso, denunciamos que a tentativa de criminalização de uma das organizações políticas presentes na luta dos(as) professores(as) é entendida como um ataque à toda a luta dos trabalhadores e trabalhadores.

Não abaixaremos a cabeça para esses ecos da ditadura militar e seguiremos firmes na construção de uma sociedade mais justa, igualitária e democrática.

Firmes na luta!

Abaixo a repressão!

Manifestação não é crime!

Nenhum direito a menos!

[Sindical] Todos à ALEP nessa segunda contra mais um ataque do Estado!

No mês de fevereiro, os trabalhadores venceram os patrões mais uma vez, através da ação direta. O funcionalismo público do estado do Paraná derrotou, através da união e da luta, os poderes legislativo e executivo e as ameças à sua previdência e seu plano de carreira propostas por esses poderes. Foram várias marchas pelas ruas de Curitiba e em outras cidades; assembleias; acampamentos; e duas ocupações da ALEP!

Mas nova ameça aos trabalhadores se apresenta: o governo enviou novo projeto que ataca a previdência do funcionalismo público, e seus cúmplices na Assembleia Legislativa o aprovaram na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Diante de tamanha provocação, no sábado (25/04), os trabalhadores em educação do Estado do Paraná, votaram pela retomada da greve geral e pelo enfrentamento aos ataques do governo.

O projeto volta a tramitar nessa segunda-feira (27/04). Os deputados aprovaram a votação em regime de urgência e farão sessões extraordinárias para garantir o assalto ao fundo previdenciário. O judiciário determinou o interdito proibitório que restringe as ações dos trabalhadores contra a votação. O governador Beto Richa ordenou o cerco policial à ALEP.

Esse cenário mostra-nos que o poder executivo conta com os poderes legislativo e judiciário para nos agredir e roubar. Porém, mostra também que o governo teme a força de nossa união e de nossas ações! É a realidade concreta que nos mostra: não podemos em hipótese alguma nos resignar e esperar cair das mãos de representantes migalhas do que já é nosso por direito. Só a nossa ação direta garantiu a vitória em fevereiro, só a ação direta garantirá uma nova vitória.

Por isso, o Coletivo Quebrando Muros chama a todas e todos para marcharmos nessa segunda-feira (27/04) contra o governo Beto Richa, seus cupinchas na assembleia e no judiciário, e seus projetos contra o funcionalismo público. A concentração será a partir das 9h, na praça 19 de dezembro.

Vamos à luta e à vitória, companheirada!!!

Amanhã vai ser maior!!!

Todo apoio à ocupação da ALEP! Ação Direta para garantir nossos direitos!

Hoje a luta dos professores e funcionários da rede pública de educação do Paraná se radicalizou e ganhou mais força.

Apesar da presença massiva da PM, a categoria não se intimidou e, com mais de 20 mil pessoas presentes, a Assembleia Legislativa do Estado do Paraná foi ocupada, fortalecendo a greve através da ação direta.

Não esperamos nada de deputados, porque sabemos do lado de quem estão. Só a ação direta do povo pode garantir e avançar nossos direitos!

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Repudiamos a hostilidade que a direção da APP vem mostrando às professoras e professores do Coletivo Quebrando Muros, pedindo a retirada de nossa bandeira rubro-negra do movimento e nos acusando de sermos infiltrados. Reiteramos que estamos na luta, lado a lado com a base.

Ajudamos a construir a ocupação da ALEP com a firme convicção de que só a base radicalizada pela ação direta poderá ter a força necessária para reverter os ataques que o governador Beto Richa vem fazendo contra a educação pública. Além do sucateamento das escolas e universidades estaduais e do calote que o governador deu aos técnicos e professores, Beto Richa agora também tenta retirar a autonomia das universidades estaduais através do famigerado Meta 4. Perante a todos estes ataques contra a educação pública do Paraná, afirmamos que só a luta da base pode trazer vitórias, e DA LUTA NÃO NOS RETIRAMOS!

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Não confiamos em deputados! Somente na ação direta do povo organizado!

A nossa luta é todo dia, educação não é mercadoria!

O povo unido jamais será vencido!

Lutar! Criar Poder Popular!

Ocupa Curitiba!