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O Coletivo Quebrando Muros acaba de lançar a 10ª edição do jornal A Fagulha! Nesta edição falamos sobre a luta dos servidores e servidoras do Paraná, os ataques da classe dominante à Educação, a tentativa de aumento da terceirização e de redução da maioridade penal.

Confira nossos textos sobre: resistência dos servidores e servidoras à repressão e corte de direitos; sindicalismo combativo x burocracia sindical; luta e ataques à Educação; TERCEIRIZAÇÃO NÃO: ataque da classe dominante com o PL4330; e REDUÇÃO NÃO: Paraná contra a redução da maioridade penal.

Confiram clicando na imagem ou no link: A Fagulha 10

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Retirado de: https://organizacaodebase.wordpress.com/2015/05/28/a-terceirizacao-nao-beneficia-osas-trabalhadoresas/

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Panfleto distribuído em 01/05/2015 por ocasião do dia do trabalhador e da trabalhadora

Ao contrário do que muito se fala, o dia 1 º de maio não é o dia do trabalho, mas sim o dia dos trabalhadores e trabalhadoras. É um dia especial para fazer uma reflexão sobre o que está bom e o que está ruim na condição de vida daqueles e daquelas que todos dias contribuem com seu trabalho, seu tempo e energia para a construção da sociedade.

O Projeto de Lei 4330, mais conhecido como PL da Terceirização, foi aprovado na Câmara dos Deputados e agora segue para o Senado. Se aprovado, pode significar uma grande perda para os trabalhadores e trabalhadoras. Isto porque, este projeto ataca os direitos que os trabalhadores e trabalhadoras deram duro para conquistar. Terceirização é quando uma empresa pública ou privada transfere suas atividades a um terceiro.

Como isso vai nos afetar? Isso gera contratação por indicação, fragiliza a situação do empregado em relação ao seu empregador e ainda pode acabar com os benefícios trabalhistas. O terceirizado ganha 24% menos que o trabalhador de carteira assinada, além disso pode levar calote da empresa e ser demitido por nada. Os terceirizados trabalham em média, três horas a mais na semana e de 5 acidentes de trabalho, 4 atingem os trabalhadores terceirizados. O terceirizado é tratado como um trabalhador de “segunda categoria” dentro das empresas. Os patrões e o governo não estão preocupados com o trabalhador, querem apenas lucrar em cima do nosso suor.

O que é o MOB?

O Movimento de Organização de Base é um movimento social que busca, a partir da mobilização do povo organizado, lutar na reivindicação dos direitos e das necessidades mais imediatas, seja na educação, saúde, cultura, trabalho etc.

Buscamos construir ferramentas de luta que ajudem na caminhada cotidiana em direção a estes objetivos, como centros de cultura, bibliotecas, oficinas, atividades culturais, trabalhos de produção, espaços de educação e outros.

Nos bairros, periferias, favelas, ocupações, no local de trabalho ou de estudo vamos fortalecendo o protagonismo do povo para arrancar as conquistas independente de governos, partidos ou patrões nas lutas cotidianas.

Movimento de Organização de Base – RJ

http://www.limitedaterra.org.br

Os membros do Coletivo Quebrando Muros apoiam a construção da Campanha do limite da terra no Brasil. Em conjunto de membros de outros coletivos como o GEA (Grupo de Estudos sobre Autogestão), Coletivo Mangue, GTSociais e também do Centro Acadêmico de Psicologia colaboram com a realização da coleta de votos para o plebiscito, assim como na coleta de assinaturas para o abaixo assinado para o projeto de lei de limite da propriedade ambas as iniciativas encabeçadas pelos movimentos populares. Acreditamos ter tido um saldo positivo nos dois pontos que estivemos auxiliando na organização, tanto na Reitoria como no Biológicas.

É isto ai continuaremos travando nossas lutas no latifúndio do saber, e sempre que possível apoiando as lutas dos movimentos populares contra o latifúndio e outras injustiças sociais.

Saudações Libertárias!

Coletivo Quebrando Muros.

Para mais informações:

http://www.limitedaterra.org.br