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O Coletivo Quebrando Muros convida abertamente todxs interessadxs em debater conosco o tema da Autogestão aplicado à prática política e seus afins, no Grupo de Estudos em Autogestão (GEA).

Nesse encontro vamos continuardiscutindo a cartilha da Universidade Popular/RJ – MTD (atual MOB), chamada ‘CAPITALISMO, ANTICAPITALISMO E ORGANIZAÇÃO POPULAR”.
(segunda parte):
https://quebrandomuros.files.wordpress.com/2010/06/cartilha_anticapitalismo-e-organizac3a7c3a3o-popular.pdf

Sugerimos a leitura do texto, entretanto quem não conseguir ler não deixe de participar!

QUANDO: Sábado, 27/07, 17h.
ONDE: Centro Acadêmico Florestan Fernandes (CAFF) – *no quiosque do CA

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/852390644841203/

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O Coletivo Quebrando Muros convida abertamente todxs interessadxs em debater conosco o tema da Autogestão aplicado à prática política e seus afins, no Grupo de Estudos em Autogestão (GEA).

Nesse encontro vamos começar a discutir a cartilha da Universidade Popular/RJ – MTD (atual MOB), chamada ‘CAPITALISMO, ANTICAPITALISMO E ORGANIZAÇÃO POPULAR”.
(primeira parte):
https://quebrandomuros.files.wordpress.com/2010/06/cartilha_anticapitalismo-e-organizac3a7c3a3o-popular.pdf

Sugerimos a leitura do texto, entretanto quem não conseguir ler não deixe de participar!

QUANDO: Sábado, 23/05, 18h.
ONDE: Sala 13, bloco 06 – UEM (CAPsi)

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1579927845604580/

Retirado de: https://www.facebook.com/capsiuem/posts/953344464696406?fref=nf

No dia 29 de abril, o governo do Estado do paraná em um ato autoritário e repressivo, organizou grande parte do seu aparato militar (choque, rotam, bote, cavalaria, canil) para impedir que servidorxs, professorxs e estudantes intevissem na votação que aprovou as alterações no sistema de previdência pública estadual, as quais são um ataque inconcebível aos direitos conquistados através de históricas lutas na Educação.

Invocando discursos já tão desgatados pela direita conservadora, o atual governador Beto Richa (PSDB) e sua administração, buscou implantar através de acusações falsas, a idéia fictícia de um “confronto” entre forças armadas e servidorxs. Entendemos que quando há aparelhamento bélico por somente uma das partes, descrepância de forças e diferentes posturas, se trata de massacre. Neste caso, a céu aberto, durante uma manifestação legítima, contra servidores e servidoras indefesas, que ali estavam para garantir que mais um direito conquistado não fosse perdido.

Ao ver que não convencia a opinião pública de tal absurdo, o governo atacou novamente e covardemente aquelas organizações, que históricamente lutaram ombro a ombro com a classe trabalhadora, criminalizando e acusando o coletivo Quebrando Muros, Antifa 16 e Estudantes da UEL de terem iniciado tal “confronto”. Sabemos que se trata de mais uma façanha do Estado para enganar e desmobilizar a luta dxs servidores, que resistem frente aos ostensivos ataques do governo. Nós, estudantes da UEM, enxergamos a face cruel e facista do governo PSDB no Paraná e reconhecemos a força das organizações combativas de esquerda que tem feito de sua luta a criação de um mundo novo, com suor e testemunhado sangue.

Lutar não é crime, Criminoso é o Estado!

Todo apoio ao coletivo Quebrando Muros, Antifa 16 e Estudantes da UEL!

Seguimos firmes, a greve continua!

Lutar, criar poder popular!

Centro Acadêmico de Artes Cênicas – CAAC
Centro Acadêmico de Ciências Sociais – CAFF
Centro Acadêmico de Filosofia – CAFIL
Centro Acadêmico de Psicologia – CAPSI
Diretório Central das/os Estudantes (DCE – UEM) – Gestão Voz Ativa – 2014/2015

Todo apoio à ocupação da reitoria da UEM!
Arriba lxs que luchan!

Na tarde de hoje (terça-feira 03), o Movimento Estudantil da Universidade Estadual de Maringá realizou no campus sede um ato com mais de 300 estudantes de todos os campi, em protesto ao sucateamento da educação na universidade e à falta de políticas de assistência estudantil, assim como à precarização generalizada dos serviços públicos do Paraná e a retirada de direitos dxs funcionárixs estaduais.

Ao fim do ato, xs estudantes entraram na plenária do Conselho Universitário e realizaram assembleia estudantil. A Reitoria participou da reunião para responder aos questionamentos dxs alunxs, referentes principalmente à situação da reforma do Restaurante Universitário, à falta de políticas culturais, à situação periclitante dos campi regionais e às políticas de assistência e permanência estudantil.

Diante da falta de perspectivas frente à precarização generalizada, xs estudantes deliberaram manter mobilização no local em assembleia permanente, com indicativo de ocupação por tempo indeterminado a partir de amanhã (quarta-feira, 04), e deflagrar greve estudantil em apoio às greves dxs servidorxs públicxs. As falas dxs estudantes cobraram enfaticamente o governo estadual quanto a sua política de precarização e demandaram mediação da Reitoria no sentido de garantir o cumprimento das demandas. Amanhã, em assembleia estudantil às 18h30, haverá deliberação quanto aos rumos do movimento.

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Bem Vind@s Calour@s 2015!

Publicado: fevereiro 26, 2015 em Sem categoria
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Estar na universidade pública é um privilégio (segundo o Senso da Educação do INEP-MEC¹, só 27,5% da já restrita população universitária está nas públicas) e, parafraseando o tio Ben, com grandes privilégios, vêm grandes responsabilidades. É por isso que a Universidade pública não é só ensino na sala de aula, mas ela tem o dever de produzir conhecimento e tecnologia que possam ser revertidos para o povo. A Universidade pública é mantida por meio de recursos financeiros arrecadados, em sua maior parte, por trabalhadores de baixa renda, devido à desigual carga tributária brasileira, mas a maior parte deles não tem acesso à universidade ou ao conhecimento produzido nela.  Isso quer dizer que, apesar da Universidade ser pública, ela não é de todos.

E olha que, manter-se nela também não é fácil. Muito cursos exigem um comprometimento integral do estudante, mas ele não recebe o suporte mínimo para isso. É por isso que nós estudantes nos organizamos para modificar essa realidade, em busca, além da universalização do ensino superior público, de condições de permanecer na faculdade. Mas infelizmente, nada disso vem da bondade da reitoria ou do governo, cuja pauta prioritária nem de longe é a educação. Isso vale tanto para o governo federal, decretou um corte de verba de R$ 7 bilhões para o Ministério da Educação no começo do ano², como para o governo estadual que, em suas medidas de austeridade, reduziu recursos a ponto de colocar em situação crítica a existência de quatro das sete universidades estaduais³. Aprendemos que é só com a ação direta dos estudantes que conseguimos arrancar o que deveria ser de direito. Na UFPR por exemplo, pautas como as bolsas, moradia estudantil, utilização do nome social para pessoas trans, auxílio-creche, Restaurante Universitário funcionando em todas as refeições, ampliação dos acervos das bibliotecas, e até mesmo a internet sem fio gratuita, foram conquistadas. Tudo isso só foi possível com as greves, ocupações da reitoria e atos do movimento estudantil. Ainda há muito o que avançar, como nas Universidades Estaduais, que ainda lutam para conseguir muitas dessas pautas!

Também é preciso lutar contra toda forma de opressão na Universidade, contra o machismo, racismo, LGTBfobia e capacitismo. Essas injustiças só deixarão de existir com a mobilização de quem é diretamente afetado por elas, ou seja, seremos nós, mulheres, pessoas negras, lésbicas, transexuais, bissexuais e gays e pessoas com deficiência que podemos dar a direção dessas lutas, e seremos todxs nós estudantes que determinaremos quais são nossas pautas e como iremos alcançá-las.

As pautas são muitas, e tem muita gente se mobilizando para lutar.  Nós do Coletivo Quebrando Muros, convidamos vocês, calouras e calouros, para além de participar das aulas e festas, a se engajarem nos vários espaços políticos da universidade, como os centros acadêmicos, assembleias, rodas de discussões e protestos, e descobrir que a política é algo indissociável de nossa vida, e não deve ser restrita aos grandes homens e poderosos.

¹ http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/09/matriculas-no-ensino-superior-sobem-38-e-atingem-73-milhoes-de-alunos.html

² http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2015/01/09/noticiasjornaleconomia,3374089/ministerio-da-educacao-perde-r-7-bilhoes-com-a-definicao-dos-cortes.shtml

³ http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/sem-acordo-professores-mantem-greve-ek2qy9ujhqwkvwlooan7imrm6;jsessionid=395DDEC7C6A6504F05027F5327FA5310

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